Rip Curl Pro Bells Beach 2026
Bells Beach abre a temporada histórica dos 50 anos do Circuito Mundial
Com 10 campeões mundiais na água, retorno de Carissa Moore, formato renovado e a brasileira Luana Silva já fazendo história — a primeira etapa da WSL 2026 é uma declaração de intenções.
Quem cobre surfe profissional há três décadas sabe reconhecer quando uma temporada nasce com vocação para ser inesquecível. A edição 2026 do Championship Tour da World Surf League (WSL) chegou com esse peso — e Bells Beach, o pico mais reverenciado do surfe competitivo, foi escolhido para abrir os trabalhos pela primeira vez em 25 anos. Não se trata apenas de uma etapa de abertura. É o pontapé de uma celebração: os 50 anos do Circuito Mundial.
O Rip Curl Pro Bells Beach, que acontece entre 1 e 11 de abril, reuniu o campo competitivo mais forte da história do evento. São 36 homens e 24 mulheres — um aumento significativo no feminino — e a presença inédita de 10 campeões mundiais na mesma temporada, incluindo nomes como Gabriel Medina, Italo Ferreira, Filipe Toledo, Yago Dora, Carissa Moore e Stephanie Gilmore.
Um Novo Formato Que Muda Tudo
A WSL abandonou o controverso sistema de Finals Day, que coroava o campeão mundial em um único dia, e voltou ao sistema cumulativo de pontos — aquele que premiava a consistência ao longo de toda a temporada. A decisão foi recebida com alívio pelo pelotão e pelos fãs.
As rodadas não-eliminatórias foram extintas. Agora, cada bateria carrega consequência direta para o ranking. E o grande desfecho acontecerá em Pipeline, no Havaí, em dezembro, com o revitalizado Pipe Masters valendo 15.000 pontos — 50% a mais que qualquer outra etapa. É a volta de Pipeline como o palco onde os títulos mundiais serão decididos.
A Grande Mudança de 2026
O sistema de pontos cumulativos retorna após anos de controvérsias com o formato de Finals Day. Os melhores 9 resultados em 12 etapas definem o campeão. Pipeline encerra a temporada com peso 1,5x, resgatando a mística da "onda mais perfeita do mundo" como palco decisivo.
A Era Brasileira Segue Intacta
O Brasil chega a Bells Beach em posição de força. Yago Dora, campeão mundial em 2025, retorna para defender o título com a ambição de finalmente conquistar o sino de Bells — prêmio icônico que ainda falta em sua coleção. Ao seu lado, Gabriel Medina faz sua aguardada volta após lesão, trazendo consigo o peso de seus três títulos mundiais e a expectativa de milhões de fãs. Italo Ferreira e Filipe Toledo completam um quarteto brasileiro de dar inveja a qualquer nação.
Estou muito feliz de começar a temporada. Foi uma pausa longa. Bells é uma etapa que me desafia e ainda não mostrei meu melhor lá. Conquistar o sino sempre foi um sonho.
Yago Dora, Campeão Mundial 2025Mas o Brasil não é apenas potência masculina. Luana Silva já deixou sua marca logo na primeira rodada feminina, derrotando ninguém menos que a octacampeã Stephanie Gilmore. Enquanto a lenda australiana tentava uma volta triunfal na condição de wildcard, Silva mostrou que a nova geração não pede licença — toma o espaço.
No masculino, o novato Mateus Herdy venceu sua primeira bateria na carreira como titular do CT, superando o australiano Liam O'Brien. E o veterano Miguel Pupo, em seu 14º ano no Tour, eliminou o favorito local Joel Vaughan, mostrando que experiência ainda vale ouro.
A Volta de Carissa Moore
Se há uma história que transcende o esporte nesta abertura, é a de Carissa Moore. A pentacampeã mundial e medalhista olímpica se afastou do circuito para se tornar mãe — e retornou direto para a arena mais exigente do surfe. Seu primeiro dia de volta não foi fácil: o mar de Bells estava revolto, com ondulação de 1,2 a 1,8 metro e vento onshore complicando a vida de todos. Mas Moore encontrou sua onda, conseguiu uma nota 7.50 e superou a jovem Sawyer Lindblad.
A mensagem foi clara: a rainha voltou, e veio para competir de verdade.
As Rookies Que Roubaram a Cena
O segundo dia de competição pertenceu às estreantes. A israelense Anat Lelior foi a grande revelação, cravando uma nota excelente de 8.33 com um backhand poderoso que arrancou comparações com os melhores goofyfooters da história. A americana Alyssa Spencer igualou a nota com uma performance dominante contra a prodígio francesa de 15 anos, Tya Zebrowski. Francisca Veselko, de Portugal, e a espanhola Nadia Erostarbe também avançaram com autoridade.
No masculino, George Pittar protagonizou o maior resultado-surpresa ao eliminar Ethan Ewing — um dos grandes favoritos ao título em Bells — em uma bateria 100% australiana que deixou a torcida local em silêncio.
Resultados — Round 1 Masculino
Destaques — Round 1 Feminino
Calendário 2026: Uma Maratona Global
Com 12 etapas espalhadas por 9 países ao longo de 9 meses, o calendário de 2026 é um dos mais ambiciosos da história. Após a fase australiana com quatro etapas consecutivas, o tour segue para América Latina, Pacífico e encerra em Pipeline. A etapa de Saquarema (RJ), marcada para junho, será o grande momento da torcida brasileira.
Bells Beach 🇦🇺
1 – 11 Abr
Margaret River 🇦🇺
17 – 27 Abr
Snapper Rocks 🇦🇺
2 – 12 Mai
Raglan 🇳🇿
15 – 25 Mai
Punta Roca 🇸🇻
5 – 15 Jun
Saquarema 🇧🇷
19 – 27 Jun
Teahupo'o 🇵🇫
8 – 18 Ago
Cloudbreak 🇫🇯
25 Ago – 4 Set
Trestles 🇺🇸
11 – 20 Set
Abu Dhabi 🇦🇪
14 – 18 Out
Peniche 🇵🇹
22 Out – 1 Nov
Pipeline 🇺🇸
8 – 20 Dez
O Que Esperar dos Próximos Dias
A competição foi pausada neste domingo, 5 de abril, por conta de condições desfavoráveis de vento. O próximo chamado está previsto para as 7h15 do horário local na segunda-feira. Segundo as previsões, a ondulação deve melhorar ao longo da semana, o que pode favorecer os surfistas mais completos e trazer baterias decisivas nas quartas de final.
Bells Beach segue com o Round 2 masculino em andamento e as chaves femininas ganhando forma. A sensação é clara: esta temporada não veio para ser apenas mais uma. Veio para marcar época.
Acompanhe todas as baterias ao vivo em worldsurfleague.com e no aplicativo gratuito da WSL.
Retrospectiva do Surf em 2025 e Calendário da WSL em 2026
Retrospectiva do Surf em 2025
O ano de 2025 foi eletrizante para o surf profissional, com a World Surf League (WSL) Championship Tour entregando ondas épicas, rivalidades intensas e momentos históricos nos principais picos ao redor do mundo. A temporada culminou nos Lexus WSL Finals em Cloudbreak, Fiji, onde Yago Dora, do Brasil, e Molly Picklum, da Austrália, foram coroados campeões mundiais. Dora conquistou seu primeiro título mundial aos 29 anos, superando anos de quase-vitórias (sétimo em 2023 e sexto em 2024), enquanto Picklum, aos 22 anos, se tornou a primeira australiana a vencer desde Stephanie Gilmore em 2022, liderando a maior parte da temporada com o jersey amarelo.
Nos rankings finais do Men's Championship Tour, os top 5 foram dominados por performances consistentes: Yago Dora (Brasil) liderou com 54.750 pontos, seguido por Griffin Colapinto (EUA) com 48.965, Jordy Smith (África do Sul) com 50.835, Italo Ferreira (Brasil) com 47.420 e Jack Robinson (Austrália) com 47.545. No Women's Championship Tour, Molly Picklum (Austrália) terminou no topo com 71.145 pontos, à frente de Caroline Marks (EUA) com 50.320, Gabriela Bryan (Havaí) com 64.680, Caitlin Simmers (EUA) com 60.280 e Bettylou Sakura Johnson (Havaí) com 49.420.
Eventos chave incluíram o VIVO Rio Pro em Saquarema, Brasil, onde Molly Picklum venceu sua primeira etapa no local ao derrotar a favorita local Luana Silva, e o Surf City El Salvador Pro, com vitórias em heats por surfistas como Rio Waida, Jack Robinson e Yago Dora. Outros destaques foram o Rip Curl Pro Bells Beach, vencido por Jack Robinson pela primeira vez, e o Lexus Tahiti Pro em Teahupo'o, que testou os limites dos atletas com ondas pesadas. A temporada viu recordes de pontuação, como os 8.83 de Picklum em barrels no Finals, e enfatizou estratégia e consistência, com surfers acumulando pontos em até sete resultados para qualificação aos playoffs.
Destaques dos Brasileiros em 2025
Os brasileiros mais uma vez provaram por que o Brasil é uma potência no surf mundial, conquistando o sétimo título masculino nos últimos 11 anos. Yago Dora foi o grande nome, vencendo duas etapas, chegando a três Finals e dominando o título match contra Griffin Colapinto com scores de 7.33 e 8.33 em turns afiados e carves precisos, totalizando 15.66 a 12.33. Sua temporada foi marcada por superação, focando em táticas competitivas além de seu estilo free-surfing.
Italo Ferreira, campeão olímpico e ex-mundial, terminou em quarto no ranking geral e brilhou nos Finals, avançando às quartas ao derrotar Jack Robinson por 14.33 a 5.83, antes de cair para Colapinto por 16.33 a 13.67. No Challenger Series, Samuel Pupo venceu o Banco do Brasil Saquarema Pro presented by Corona Cero, superando semifinais intensas e uma final contra um ex-rival do CT, mostrando a profundidade do talento brasileiro.
Outros destaques incluíram performances em eventos locais como o VIVO Rio Pro, onde a torcida brasileira encheu as praias de Saquarema, e o Saquarema Pro, com vitórias cruciais que ajudaram na qualificação para o CT. Surfistas como Luana Silva animaram as multidões no feminino, enquanto jovens promessas pavimentaram o caminho para o futuro, reforçando a "Brazilian Storm" como força dominante.
Calendário da WSL em 2026: Principais Etapas
O calendário de 2026 da WSL Championship Tour celebra os 50 anos do surf profissional com um formato renovado, abrangendo 12 etapas em nove países, de abril a dezembro. A tour inclui nove eventos regulares, dois pós-temporada e um finale winner-takes-all no Pipe Masters, com campos iniciais de 36 homens e 24 mulheres, reduzindo para os tops nos playoffs. Pontos contam dos melhores sete resultados regulares para qualificação, e o Pipe oferece 15.000 pontos (50% a mais). Formatos eliminam rodadas não-eliminatórias, com brackets fixos e diferenças entre masculino e feminino.
Aqui vai a visão geral das etapas, com datas aproximadas (sujeitas a confirmações oficiais da WSL), destacando oportunidades para brasileiros como Yago Dora defendendo o título e Italo Ferreira buscando redenção, especialmente na etapa brasileira em Saquarema:
No início da temporada, a tour abre com Bells Beach, em Victoria, Austrália, de 1 a 11 de abril, um pico clássico de direitas onde brasileiros historicamente brilham em condições variadas. Em seguida, Margaret River, na Austrália Ocidental, de 17 a 27 de abril, testa power surfing em ondas pesadas.
Maio traz Snapper Rocks, em Queensland, Austrália, de 2 a 12 de maio, seguido por Punta Roca, em El Salvador, de 28 de maio a 7 de junho, um point break direito que favorece goofy-footers brasileiros.
Junho destaca Saquarema, no Rio de Janeiro, Brasil, de 12 a 20 de junho, a etapa "em casa" onde a torcida brasileira pode impulsionar performances épicas de Dora, Ferreira e outros.
Julho vai para Jeffreys Bay, na África do Sul, de 10 a 20 de julho, com linhas perfeitas para carves.
Agosto inclui Teahupo'o, em Tahiti, Polinésia Francesa, de 8 a 18 de agosto, e Cloudbreak, em Fiji, de 25 de agosto a 4 de setembro, picos tubulares que demandam coragem.
Setembro tem Lower Trestles, em San Clemente, Califórnia, EUA, de 11 a 20 de setembro, uma onda high-performance.
Outubro marca os playoffs com Surf Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, de 14 a 18 de outubro, e Peniche, em Portugal, de 22 de outubro a 1 de novembro, com Supertubos oferecendo barrels europeus.
Dezembro encerra com o Banzai Pipeline, no Havaí, EUA, de 8 a 20 de dezembro, o grande finale onde o campeão é decidido em um formato de alto risco, perfeito para o estilo agressivo dos brasileiros.
Fique atento a atualizações, pois o calendário pode ajustar por condições climáticas ou eventos globais. 2026 promete elevar o surf com mais drama nos playoffs e foco em picos icônicos!
Yago Dora Conquista o Título Mundial da WSL 2025 em Fiji
Por redação, 02 de setembro de 2025
O surfista brasileiro Yago Dora, de 29 anos, eternizou seu nome na história do surfe ao conquistar seu primeiro título mundial na World Surf League (WSL) de 2025. O feito aconteceu no dia 1º de setembro, durante as Lexus WSL Finals apresentadas pela Corona Cero, realizadas nas ondas icônicas de Cloudbreak, em Fiji.
Dora, que terminou a temporada regular como o número 1 do ranking, demonstrou domínio absoluto na final contra o americano Griffin Colapinto, garantindo a vitória e o troféu de campeão mundial.
Uma Temporada de ExcelênciaNascido em Florianópolis, Santa Catarina, Yago Dora teve o melhor ano competitivo de sua carreira até agora. Após uma série de performances consistentes ao longo do Championship Tour (CT), ele chegou às finais como o favorito, precisando apenas de uma vitória decisiva para selar o título.
As condições em Cloudbreak foram descritas como pequenas, mas visualmente impressionantes, com ondas "lindas" que permitiram manobras precisas e aéreas, especialidade do brasileiro.
Apesar de expectativas por swells maiores, o evento prosseguiu e coroou Dora como o novo campeão.Na final masculina, Dora enfrentou Colapinto em uma disputa acirrada, mas sua habilidade em tubos e manobras radicais prevaleceu. "Foi o dia que os fãs de surfe estavam esperando", destacou a transmissão oficial da WSL, celebrando o momento em que Dora ergueu o troféu.
Essa vitória marca o primeiro título mundial de Dora, adicionando-o à lista de brasileiros ilustres como Gabriel Medina e Italo Ferreira, que já dominaram o circuito nos anos anteriores.Reações e Impacto no Surfe BrasileiroA conquista de Dora foi celebrada amplamente no Brasil e na comunidade global do surfe. "Yago Dora faz isso! Reivindica o título mundial inaugural nas Lexus WSL Finals em Fiji", anunciou o site oficial da WSL, destacando sua performance exultante.
Fãs e analistas apontam que essa vitória reforça o domínio brasileiro no esporte, com o país agora somando mais um campeão à sua coleção recente.Molly Picklum, da Austrália, também fez história ao vencer o título feminino no mesmo evento, derrotando suas rivais em uma final emocionante.
Juntos, Dora e Picklum entraram para a lista de campeões mundiais, marcando o fim de uma temporada repleta de ação e surpresas.O Que Vem a Seguir?Com o título em mãos, Yago Dora agora foca na defesa de sua coroa na temporada de 2026. Enquanto isso, o surfe brasileiro continua em ascensão, inspirando uma nova geração de atletas. Para mais detalhes sobre o evento, confira os highlights oficiais da WSL e acompanhe as atualizações no circuito mundial.Essa vitória não é apenas um troféu para Dora, mas um símbolo de perseverança e talento, provando que o surfe brasileiro segue imbatível nas águas internacionais.
Atualização da Classificação da WSL (Championship Tour) - Agosto 2025
A temporada regular da World Surf League (WSL) Championship Tour (CT) 2025 terminou com o Lexus Tahiti Pro, realizado em Teahupo'o, na Polinésia Francesa, entre 7 e 16 de agosto. Os vencedores da etapa foram Jack Robinson (AUS) no masculino e Molly Picklum (AUS) no feminino. Agora, os top 5 de cada categoria avançam para as WSL Finals, que serão disputadas em Cloudbreak, Fiji, de 27 de agosto a 4 de setembro, para definir os campeões mundiais de 2025.Abaixo, os top 10 do ranking final da temporada regular (após 11 etapas), com posição, nome do surfista, nacionalidade e pontos acumulados.Masculino (Top 10)
Yago Dora (Brasil) - 54.750 pontos
Jordy Smith (África do Sul) - 50.835 pontos
Griffin Colapinto (EUA) - 48.965 pontos
Jack Robinson (Austrália) - 47.545 pontos
Italo Ferreira (Brasil) - 47.420 pontos
Ethan Ewing (Austrália) - 46.630 pontos
Kanoa Igarashi (Japão) - 45.785 pontos
Filipe Toledo (Brasil) - 40.090 pontos
Leonardo Fioravanti (Itália) - 38.540 pontos
Cole Houshmand (EUA) - 37.535 pontos
Destaques Masculino: Yago Dora lidera e é o favorito para as Finals, com três brasileiros no top 8. Os top 22 se requalificam automaticamente para 2026, mais qualifiers via Challenger Series.Feminino (Top 10)
Molly Picklum (Austrália) - 71.145 pontos
Gabriela Bryan (Havaí) - 64.680 pontos
Caitlin Simmers (EUA) - 60.280 pontos
Caroline Marks (EUA) - 50.320 pontos
Bettylou Sakura Johnson (Havaí) - 49.420 pontos
Isabella Nichols (Austrália) - 48.560 pontos
Tyler Wright (Austrália) - 45.505 pontos
Erin Brooks (Canadá) - 42.930 pontos
Lakey Peterson (EUA) - 41.590 pontos
Luana Silva (Brasil) - 40.750 pontos
Destaques Feminino: Molly Picklum domina com uma vantagem expressiva após a vitória em Tahiti. Luana Silva é a única brasileira no top 10. As top 14 se requalificam para 2026, com adições via Challenger Series.Os top 5 de cada naipe competirão nas Finals em formato de mata-mata para coroar os campeões. Para mais detalhes, acompanhe o site oficial da WSL.
Classificação Atual e Etapas Restantes do Mundial de Surf WSL 2025
No Championship Tour (CT) de 2025 da World Surf League (WSL), a classificação reflete o desempenho acumulado dos surfistas após as etapas iniciais da temporada, com um corte de meio de temporada que reduziu o campo para os competidores mais consistentes. No ranking masculino, o sul-africano Jordy Smith lidera como número 1 do mundo, seguido de perto por nomes como John John Florence, do Havaí, e o brasileiro Gabriel Medina, que continuam a pressionar com manobras inovadoras e scores altos em ondas desafiadoras. Outros destaques incluem Italo Ferreira, também do Brasil, e o australiano Jack Robinson, que ocupam posições elevadas graças a vitórias em eventos anteriores. No feminino, a australiana Molly Picklum mantém a liderança, com a havaiana Gabriela Bryan em segundo lugar, e a americana Caitlin Simmers em terceiro, demonstrando a ascensão de uma nova geração talentosa que combina técnica precisa com adaptação a diferentes condições de mar.Quanto às etapas restantes da temporada 2025, o calendário segue emocionante e global, começando com o Corona Open J-Bay, programado para ocorrer de 11 a 20 de julho em Jeffreys Bay, na África do Sul, onde as ondas longas e perfeitas prometem disputas intensas.
Em seguida, vem o SHISEIDO Tahiti Pro, de 9 a 18 de agosto em Teahupo'o, no Taiti, conhecido por suas ondas tubulares e perigosas, especialmente relevante com a proximidade dos Jogos Olímpicos. Depois, o Corona Fiji Pro acontece de 20 a 29 de agosto em Cloudbreak, nas Fiji, oferecendo condições épicas para aéreos e carvings. A penúltima etapa é o EDP Vissla Pro Ericeira, de 30 de setembro a 8 de outubro em Ericeira, Portugal, focando em ondas europeias consistentes. Finalmente, o tour culmina no Rip Curl WSL Finals, de 4 a 12 de setembro em Lower Trestles, na Califórnia, Estados Unidos, onde os top 5 masculinos e femininos disputam o título mundial em um formato de eliminação única. Essas fases finais intensificam a competição, com surfistas lutando por pontos cruciais para coroar os campeões da temporada. Fique atento às atualizações no site oficial da WSL para transmissões ao vivo e resultados em tempo real!
O Margaret River Pro 2025, sétima etapa do WSL Championship Tour, começou em 17 de maio em Margaret River, Austrália Ocidental, e vai até 27 de maio.
É a última etapa antes do corte de meio-temporada, reduzindo o campo de competidores, o que aumenta a pressão.
Surfistas brasileiros como Italo Ferreira, Filipe Toledo e João Chianca estão competindo, buscando pontos cruciais.
A competição ocorre em ondas desafiadoras como Main Break e The Box, com atmosfera festiva para os espectadores.
Sobre o Evento:
O Margaret River Pro é uma das etapas mais importantes do calendário, conhecida como "decisor da meio-temporada". Dos 36 homens e 18 mulheres, apenas os melhores avançam, tornando cada onda uma oportunidade vital. A competição destaca-se pelas condições de surf de alto nível, com tubos longos e seções aéreas que testam a habilidade dos atletas.
Participação Brasileira:
Italo Ferreira, líder do ranking mundial, busca manter sua posição com manobras impressionantes. Filipe Toledo, bicampeão mundial, vem de vitória no Gold Coast Pro e mira mais pontos. João Chianca, conhecido por seu estilo arrojado, também compete, enfrentando ondas críticas. Esses atletas são parte da forte presença brasileira no tour, lutando por vagas na segunda metade da temporada.
Experiência para os Fãs:
O evento oferece uma atmosfera festiva, com telões, comentários ao vivo, food trucks e stands de merchandising, permitindo que os fãs vivenciem de perto a ação em um cenário deslumbrante.

