Mundial de ginástica 2026: EUA lideram o 1º dia da classificatória feminina; Brasil de Rebeca Andrade entra na segunda
Atualização: o Brasil somou 159,131 pontos, venceu a subdivisão 9 e está em 7º na classificatória feminina, com Rebeca Andrade líder no salto e Flávia Saraiva líder na trave (14,400), ainda com a subdivisão 10 por disputar. Veja as notas: Rebeca Andrade Mundial 2026: salto, trave e Brasil em 7º.
Os Estados Unidos terminaram o primeiro dia da classificatória feminina do Mundial de ginástica 2026 na liderança, com 164,529 pontos, neste domingo (18), em Roterdã, na Holanda. A Itália é a segunda, com 162,430, e o Japão, o terceiro, com 161,630. No individual geral, a norte-americana Skye Blakely está em primeiro, com 55,465. O placar é parcial, após 3 das 10 subdivisões, segundo o resultado oficial da World Gymnastics e o ge. A seleção brasileira de Rebeca Andrade e Flávia Saraiva compete na segunda-feira (19), às 14h35 de Brasília, na subdivisão 9, ao lado da Suíça.
Classificação parcial por equipes no Mundial de ginástica 2026
Estas são as oito seleções que competiram no domingo, com a pontuação provisória:
1º Estados Unidos – 164,529
2º Itália – 162,430
3º Japão – 161,630
4º Alemanha – 158,661
5º Austrália – 156,228
6º México – 153,796
7º Bélgica – 153,128
8º Romênia – 151,996
Fontes: World Gymnastics (oficial), USA Today, Gymnastics Now e International Gymnast.
Os Estados Unidos tiveram a melhor nota de equipe no salto (42,133) e no solo (39,932). A Itália foi a melhor nas barras assimétricas (42,332) e na trave (41,633), mas perdeu pontos no solo, onde Giulia Perotti e Sofia Tonelli caíram e a equipe somou 37,666. O Japão também errou: Aiko Sugihara caiu nas barras, e Misa Nishiyama, na trave, segundo o USA Today e o Gymnastics Now.
Estados Unidos sem Hezly Rivera
A equipe norte-americana competiu sem Hezly Rivera, campeã olímpica por equipes em Paris 2024, que deixou o Mundial no sábado (17) por causa de uma lesão no tornozelo esquerdo, segundo o ge e o USA Today. Dulcy Caylor foi chamada para o lugar dela e fez 13,300 na trave, único aparelho em que se apresentou. Das cinco ginastas, só Skye Blakely já tinha disputado um Mundial.
Skye Blakely lidera o individual geral
Skye Blakely somou 55,465 no individual geral, à frente da compatriota Claire Pease (54,432) e da japonesa Rina Kishi (53,499). Charleigh Bullock, também dos Estados Unidos, tem a mesma nota de Kishi, mas, como terceira norte-americana, fica fora da final se nada mudar, por causa do limite de duas ginastas por país. As italianas Giulia Perotti (53,032) e Sofia Tonelli (52,700) vêm em seguida.
Líderes provisórios por aparelho
Salto: Claire Pease (EUA), média de 14,283 em dois saltos, à frente de Skye Blakely (14,066)
Barras assimétricas: Helen Kevric (Alemanha), 14,766, seguida pela italiana Elisa Iorio (14,466)
Trave: Mana Okamura (Japão), 14,266, seguida pela italiana Manila Esposito (14,200) e por Skye Blakely (14,166)
Solo: Reese Esponda (EUA), 13,633, seguida por Claire Pease (13,333)
O que o Brasil precisa superar na segunda-feira
O Brasil entra na penúltima subdivisão, com Rebeca Andrade, Flávia Saraiva, Lorrane Oliveira, Thais Fidelis, Gabriela Bouças e Sophia Weisberg. Antes das brasileiras, competem seleções como a Rússia (com atletas neutras), o Canadá, a Grã-Bretanha, a França e a Holanda. A China fecha a classificatória, às 16h10. Veja os horários de todas as subdivisões na prévia da classificatória feminina.
Rebeca vai competir só no salto e na trave, e sem o Cheng na classificatória, como explicamos em Rebeca Andrade no Mundial: salto e trave, sem o Cheng na estreia. Como referência, ela ganhou o salto do Pan-Americano deste ano com média de 14,549, acima dos 14,283 de Claire Pease. Na trave, fez 14,100 na classificatória da Copa do Mundo de Szombathely, em setembro, nota um pouco abaixo dos 14,266 de Mana Okamura. São competições diferentes, então os números servem só de comparação.
O que vale a classificatória do Mundial de ginástica 2026
As oito melhores equipes vão à final por equipes, na quarta-feira (21), às 14h30 de Brasília. A classificatória também define as 24 finalistas do individual geral e as oito de cada aparelho, com limite de duas por país, segundo o USA Today. Na final, as notas zeram, e as três primeiras seleções garantem vaga por equipes nos Jogos de Los Angeles 2028. As demais vagas serão disputadas no Mundial de 2027, em Chengdu, na China.
Onde assistir à classificatória do Brasil
Segundo o ge, as classificatórias são transmitidas apenas pela Eurovision, na plataforma Eurovision Sport, que é gratuita. A partir das finais, na terça-feira (20), SporTV, CazéTV e Time Brasil TV também transmitem. Confira a programação completa e onde assistir ao Mundial de Roterdã.
No masculino, o Brasil terminou a classificatória em 19º e ficou fora de todas as finais. Veja como foi a campanha da seleção masculina.
Fontes
World Gymnastics, classificação oficial por equipes (provisória, após 3 de 10 subdivisões)
Gymnastics Now, cobertura ao vivo da classificatória feminina

