Quadro de medalhas do Mundial de ginástica 2026: o Brasil

O quadro de medalhas do Mundial de ginástica artística de 2026 terminou com os Estados Unidos na frente: oito medalhas, sendo três de ouro, três de prata e duas de bronze. A China ficou logo atrás, com sete (três ouros), e o Brasil encerrou a competição em Roterdã, na Holanda, com duas: o ouro de Rebeca Andrade no salto e o bronze de Flávia Saraiva na trave, segundo a contagem da International Gymnast.

Rebeca conquistou no sábado (24) o tricampeonato mundial do salto e chegou a dez medalhas em Mundiais. Flávia, no domingo (25), ganhou a primeira medalha da carreira na trave em Mundiais, com 14,300.

Quadro de medalhas do Mundial de ginástica 2026

A tabela abaixo soma resultados masculinos e femininos e segue o critério da International Gymnast, que ordena os países pelo total de medalhas (cada medalha por equipes conta uma vez):

  • 1. Estados Unidos: 3 ouros, 3 pratas e 2 bronzes (8)

  • 2. China: 3 ouros, 2 pratas e 2 bronzes (7)

  • 3. Japão: 2 ouros, 1 prata e 1 bronze (4)

  • 4. Armênia: 2 ouros e 2 bronzes (4)

  • 5. WG2 (ginastas neutros): 2 pratas e 2 bronzes (4)

  • 6. Grã-Bretanha: 2 pratas e 1 bronze (3)

  • 7. Argélia: 2 ouros (2)

  • 8. Brasil: 1 ouro e 1 bronze (2)

  • Uma medalha: Taiwan (ouro), Croácia, Alemanha, Grécia e Itália (prata), França, Israel e Noruega (bronze)

Pelo critério olímpico, que prioriza o número de ouros, o Brasil subiria para o sexto lugar, atrás de Estados Unidos, China, Japão, Armênia e Argélia.

O último dia do Mundial de Roterdã

Além da trave, vencida pela argelina Kaylia Nemour, o domingo teve quatro finais, segundo a International Gymnast e o Olimpíada Todo Dia:

  • Salto (masculino): o armênio Artur Davtyan foi campeão com média de 14,850, à frente do britânico Jake Jarman (14,650) e do norueguês Sebastian Sponevik (14,366), que deu à Noruega a primeira medalha em Mundiais de ginástica artística.

  • Barras paralelas: o chinês Zou Jingyuan conquistou o quinto título mundial no aparelho, com 15,733 (9,633 de execução). O croata Illia Kovtun foi prata (14,900), e Daniel Marinov, do WG2, bronze (14,866).

  • Barra fixa: Tang Chia-hung, de Taiwan, venceu com 14,966. O japonês Oka Shinnosuke e Sergei Naidin, do WG2, empataram com 14,800, e Oka ficou com a prata pela nota de execução maior.

  • Solo (feminino): dobradinha dos Estados Unidos, com Claire Pease (13,866) e Reese Esponda (13,566). A francesa Maiana Prat levou o bronze (13,466), à frente da britânica Abigail Martin no desempate pela execução.

Destaques individuais

A americana Skye Blakely foi a ginasta com mais medalhas em Roterdã: quatro, com o ouro no individual geral, a prata por equipes e os bronzes no salto e nas barras assimétricas. Entre as mulheres, Kaylia Nemour foi quem mais ganhou ouros: dois, nas barras assimétricas e na trave, e o japonês Hashimoto Daiki também saiu com dois títulos, por equipes e no individual geral, informou a International Gymnast.

Próximo Mundial: Chengdu 2027

O próximo Mundial de ginástica artística será em Chengdu, na China, de 23 de setembro a 7 de outubro de 2027. A competição também distribui vagas por equipes para os Jogos de Los Angeles 2028, e a seleção feminina brasileira já está garantida nela.

Fontes

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Ana Paula Aguiar

Equipe Olympic Esporte. Cobre esportes olímpicos e paralímpicos, os demais esportes e o futebol feminino.

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