Flávia Saraiva conquistou a medalha de bronze na trave no Mundial de ginástica artística de Roterdã. No domingo (25), último dia da competição na Holanda, a ginasta do Flamengo somou 14,300 pontos e fechou o pódio atrás da argelina Kaylia Nemour (ouro) e da chinesa Zhang Qingying (prata), segundo o FLAVOZ e a cobertura do ge.
Da quarta colocação em 2025 ao pódio em 2026
A trave era o aparelho em que Flávia perseguia o pódio mundial há temporadas. No Mundial de 2025, ela terminou em quarto na final da trave — a um passo da medalha. Em Roterdã, com 14,300, deu o passo que faltava e subiu ao terceiro degrau.
O bronze é a terceira medalha dela em Campeonatos Mundiais e a segunda em prova individual. Depois da série, em entrevista à TV Globo reproduzida pelo FLAVOZ, Flávia resumiu: “Me sinto feliz e orgulhosa”.
O pódio da trave em Roterdã
Kaylia Nemour, da Argélia, levou o ouro. A ginasta também tinha conquistado o título das barras assimétricas nesta edição e confirmou o domínio na trave. Zhang Qingying, da China, ficou com a prata. Flávia completou o pódio com a nota 14,300.
Brasil fecha o Mundial com duas medalhas
A campanha brasileira em Roterdã terminou com dois pódios, ambos com ginastas do Flamengo: o ouro de Rebeca Andrade no salto, no sábado (24) — tricampeonato mundial da especialidade e 10ª medalha dela em Mundiais —, e o bronze de Flávia na trave no domingo. A seleção feminina havia terminado em quinto por equipes e já está classificada para o Mundial de Chengdu 2027, etapa importante do ciclo rumo a Los Angeles 2028.
A CBG, em balanço divulgado pelo ge, celebrou a participação da equipe feminina e o retorno ao quadro de medalhas da competição.
O que a medalha representa no ciclo
Subir ao pódio na trave em um Mundial reforça o momento de Flávia no ciclo olímpico. A conquista fecha a temporada de Mundiais em alta e se soma ao ouro de Rebeca no salto como cartão de visitas do Brasil rumo a Chengdu e, depois, a Los Angeles 2028.

